sexta-feira, 3 de abril de 2009
Vários Mundos, Uma cidade
Sem entrar no mérito do quanto é util ou inutil fazer protestos contra a guerra, aquelas pessoas, pela sua simples vontade de fazerem alguma diferença e de serem ouvidas, já poderiam ser consideradas o "melhor tipo de americanos" que se pode encontrar por aqui. Ninguém estava ali representando partido, ninguém estava ali culpando o resto do mundo pela guerra, todo mundo só desejava uma coisa: que seus filhos, amigos e conterraneos fossem mandados de volta pra casa o quanto antes, sem serem substituidos por outros, e que o país parasse de desperdiçar rios de dinheiro com essa guerra enquanto as escolas passavam por problemas de falta de verbas.
Achei que fosse ver muita gente apoiando o protesto só de zoação, mas por incrível que pareça, todo mundo estava realmente engajado naquela causa, o que, independentemente dos resultados, já me fez admirar um pouquinho aquelas pessoas. Eles estavam fazendo a sua parte, não importa o quao grande ela seja.
Quando chegamos na Union Square, por ser um sábado, o green market estava a todo vapor. Era um verdadeiro sábado de primavera: as barraquinhas vendendo flores, frutas frescas, queijos. Os transeuntes tomando cidra quentinha, saboreando amostras de picles e comprando legumes e verduras. Os senhores jogando xadrez na pracinha. Seria uma cena das mais plácidas, nao fosse a multidao de gente gritando pelo fim da guerra, as cameras de TV e os fotógrafos amadores com suas lentes gigantes se pendurando nos postes e nas árvores em busca do melhor ângulo.
Quando o protesto acabou, a multidão que apoiava o fim da guerra deu lugar a um outro grupo. Do nada surgiram centenas de pessoas carregando travesseiros e se dirigindo ao grande espaço aberto no meio da praça. Perguntamos o que era aquilo, e descobrimos que logo haveria uma guerra de travesseiros no meio da praça. O que fui descobrir depois se tratar de um evento anual que acontece sempre na Union Square já há alguns anos. Como não basta assistir, tem que participar, da mesma forma que estava carregando um broche contra a guerra na minha bolsa resolvi comprar um travesseiro pra poder entrar na batalha.
Fomos lá pro meio e tão logo a galera começou a ação a praça se encheu de penas e fronhas de todos os tamanhos. As plumas flutuavam como num traçado ensaiado pelo vento, e depois forravam o chão como um tapete macio e leve. Em contraste, os "adolescentes" de todas as idades gritavam e batiam uns nos outros com seus travesseiros, criando um divertido caos e uma irônica representação de uma batalha que não poderia ser mais pacífica - encerramento acidental para um protesto contra a guerra.
No final estávamos completamente coberto de penas, e famintos. o dia fora tão intenso que esquecemos completamente de comer!!! Andamos em direção ao Soho pra almoçar e o contraste das pessoas daquela área era total se comparado ao que acabáramos de ver. Todo mundo very trendy, hype, nem aí pra guerra - do iraque ou de travesseiros.
O japa que comemos caiu como uma luva no meu estomago, e quando voltei pra casa só conseguia pensar que jamais seria capaz de descobrir quantas cidades cabem dentro da mesma NY. Mas é muito divertido tentar.
Green Market da Union Square - todos os sábados a partir de 9hs
Lure - restaurante com decoração que faz os clientes se sentirem dentro de um barco. No lugar de janelas, escotilhas, e um menu de frutos do mar que vai do japonês às ostras frescas. Tudo delicioso e com atendimento de primeira. Definitivamente um Must Go
terça-feira, 24 de março de 2009
Broken Hearts on sale in NY
Mas tem uma coisa que ninguém vem buscar em NY: romance, paixao, um relacionamento pra durar. Pode parecer estranho, pois esse tipo de coisa a gente nao exatamente escolhe o lugar pra acontecer, simplesmente acontece ou nao; mas nao em NY. Não que o romance não exista aqui, não é isso que estou dizendo. Mas ele nao mora aqui, está apenas de passagem. Talvez a terra da paixão seja mesmo Paris ou Veneza, mas em qualquer outro lugar o romance é bem-vindo. Não que aqui não seja, mas as pessoas têm um pouco de dificuldade em reconhecê-lo, e quando o fazem, não sabem lidar com ele. Por isso o evitam a qualquer custo.
Aqui as relações são tão objetivas quanto os negócios: as pessoas não querem se apaixonar, e não o fazem, ponto final. Se você perguntar pra alguém o porque, certamente a resposta será algo parecido com- eu tô completamente concentrado na minha carreira, relacionamentos exigem muita dedicação. Ou - eu não posso perder tempo me envolvendo com alguém, preciso cumprir as metas que eu mesma tracei e ainda tenho que fazer dinheiro suficiente para pagar o aluguel. Ou ainda: ainda não tô preparado pra me envolver seriamente com ninguém, prefiro estar numa relação onde eu possa apenas me divertir sem compromisso.
Esse pode ser o discurso oficial, mas tá na cara que a maioria das pessoas sente mesmo é medo da falta de controle que a paixão provoca. Nenhum misterio nisso, é até explicado bioquimicamente. De fato, nossas reações mudam, nossos pensamentos se perdem, nossa concentraçao diminui, nossos batimentos aceleram e a respiração fica diferente. Pode ser bem assustador, concordo. Mas não deveria ser suficiente para que seja evitado a qualquer custo.
Mas os novaiorquinos acostumaram-se a jogar um jogo de regras bem definidas. Basta ter a sorte de conhece-las para que voce nao saia decepcionado (a). As regras são até bem simples, vamos a elas:
regra numero 1: não espere nada de mim. A gente pode sair e se divertir, mas é só.
regra numero 2: não é nada pessoal, mas eu não vou te ligar no dia seguinte, nao importa o quão maravilhoso tenha sido o jantar e o papo. tô muito ocupado pra isso. semana que vem pode ser.
regra numero 3: pra que me ligar se voce pode me mandar uma mensagem de texto? mais simples, mais objetiva, e eu posso responder quando for conveniente.
regra numero 4: voce tem que entender que eu preciso de um tempo pra ficar com os meus amigos, e depois disso talvez eu esteja cansado demais pra te ver no dia seguinte.
regra numero 5: meu trabalho vem em primeiro lugar, se voce nao é capaz de entender isso, entao talvez a gente nao deva mais se ver.
regra numero 6: nada de presentinhos pra dizer que voce pensou em mim. é muito cedo pra isso.
regra numero 7: nós nunca mencionamos parar de sair com outras pessoas.
regra numero 8: quantas ligaçoes eu preciso não atender pra você entender que eu não quero continuar te vendo?
regra numero 9: nós nao somos um casal, estamos apenas saindo.
regra numero 10: o que nós dizemos - você parece uma pessoa muito interessante, além de bonita. adoraria te convidar pra sair. Eu nao gosto de joguinhos, por isso prefiro ser direto, espero que isso nao seja um problema pra você.
Bem, eu sei disso porque estou sempre pesquisando pra tentar entender o comportamento das pessoas. Não vou dizer que algumas dessas coisas não aconteceram comigo, mas não todas e - graças a Deus - eu não tive a péssima ideia de me apaixonar enquanto estou aqui. Mas pra se ter uma ideia, a Time Out Magazine, uma espécie de Veja Rio + Revista do Globo melhorada trouxe na semana do Valantine's Day uma reportagem de capa sobre a dificuldade de encontrar alguém pra se relacionar em NY!!! A seção de dicas para conseguir um encontro e manter o peguete até evoluir para coisa mais séria é imperdivel! me esclareceu muito a respeito do tema.
E não pensem que isso é coisa que só os homens fazem com as mulheres. As mulheres também jogam esse jogo, até porque elas também estão aqui pra vencer profissionalmente e não tem tempo a perder com coisas de menor importância. As regras também valem para gays e lésbicas.
O fato é que quando os primeiros sintomas de envolvimento aparecem, logo uma luz vermelha se acende e é hora de partir para uma relação mais simples e despretenciosa. Nem pensar em chegar perto do perigo de gostar de alguém.
Comprei uma caixa de chocolates em forma de coração que estava a venda com 50% de desconto depois do Valantine's Day. Como isso aconteceu no caminho pra o Riverside Park, resolvi tirar uma foto do coração com uma bela paisagem no fundo. Coloquei no flickr com a seguinte legenda "broken hearts are on sale after valantine's day" por causa da situaçao e também pela ironia, claro.
Um dos meus contatos do flickr comentou a foto, dizendo que a legenda era muito triste, e eu fui na página dele para responder. Conforme fui olhando suas fotos (ele mora em New Jersey e também vive tirando fotos de NY), percebi que todo mundo aqui se sente assim, nao é exclusividade minha nem de ninguém. Todas as imagens mostravam isso, ainda que sem querer. Vai ver todo mundo é sozinho porque todo mundo tem a cidade como compania. Estamos mesmo sempre muito ocupados para perceber que às vezes só isso não basta.
Contra todas as circunstancias, ainda acredito que, se tiver que ser, vai ser pra quem for, com quem for e aonde for, mesmo que em NYC. djavan já dizia que "por ser encantado o amor revela-se, e por ser amor, invade e fim" , quem sou eu para discordar? Talvez tudo que eu precise bem agora é daquela caixa de chocolates que eu comprei. Um coraçao encalhado, vendido barato porque ninguém quis. Wrong timing.
Sorte de quem abriu e pode sentir os batimentos acelerados, o resto do mundo desaparecendo por um segundo, a falta de capacidade de se concentrar, os pensamentos vagueando...
Vai dizer que voce nao sabia que a paixao provoca os mesmos efeitos no corpo que uma porçao de chocolate?
terça-feira, 17 de março de 2009
Trevos, duendes e outras coisas verdes

Na ância de conferir de perto esse misto de festa profana e parada militar, fiz três baldeações de metrô para chegar ao Upper East Side e conferir de perto esse evento que prometia ser a versão americana do carnaval de Salvador. Not.

Os saquinhos de papel embrulhando as garrafas como a gente vê nos filmes tem uma razão de ser: como é proibido beber na rua, as pessoas colocam suas cervejas no saquinho para que não seja possivel ver o rótulo. Todo mundo sabe que é cerveja, inclusive a polícia, mas esta não pode fazer nada contra a pessoa carregando a cerveja se nao for possível afirmar com segurança que se trata de bebida alcoólica, caso contrário seria uma violação de direitos. Então fica tudo por isso mesmo. E viva a hipocrisia!
Encontrei o JC e tomamos cerveja irlandesa só pra marcar a data. Deu vontade de estar usando minhas botas amarelas com uma camiseta verde, só pra mostrar pra todo mundo que eu sou brasileira mermo, sem essa de irlandesa por um dia. Nessas horas até a ideia mais clichê de brasilidade cai bem, porque vem junto com um orgulho de ser de uma terra onde todo mundo nasce já sabendo festejar. Devia fazer parte do nosso currículo. Como major skill. Mas cada um usa o verde que merece né?!
domingo, 8 de março de 2009
Here comes the sun
Meu apartamento está constantemente em torno de 20 graus, de modo que a presença ou ausencia de sol não interfere em nada na temperatura interna. Mas interfere em algo que casaco nenhum pode resolver: o meu estado de espírito. A gente vai driblando o frio até com certa categoria, mas chega uma hora que parece que o corpo pede pelo amor de Deus por um pouco de sol. Está mais do que provado cientificamente que o sol afeta o humor, que ele é responsavel pela ativaçao da vitamina D no organismo, etc. Mas hoje eu literalmente senti na pele a falta que o sol faz.
Cheguei perto dessa nesga e fiquei me esgueirando para poder sentir não apenas a luminosidade, o brilho, mas também a quentura. Aquela sensação de fechar os olhos e saber aonde o sol está só pela intensidade com que os raios tocam o nosso corpo. Quem me visse certamente diria que eu estava louca. De calça e blusa arregaçadas, com a palma das mãos e os braços virados pra cima, a cabeça baixa na altura do colo (isso sentada na cadeira), buscando uma posição ideal para que uma parte considerável do meu corpo pudesse sentir aquele calor. Não preciso dizer que durou pouco. É inverno. É NY. É uma nesga de sol entrando por uma janela nos fundos.
Mas durou o suficiente. Curiosamente, resolvi tomar um mate leão (achei um supermercado brasileiro!) com o limão que eu afanara da boate ontem mesmo, e pensei comigo: cada um tem a praia que merece (ou que escolhe), e o mate pra acompanhar.
Um amigo muito querido costuma dizer que o sol não precisa de platéia pra nascer, mas hoje, mesmo que por um breve momento, eu fiz questão de aplaudir.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Carnaval, Carnival
Mesmo não esperando grande coisa, fiquei bem animada, afinal, Carnaval ruim ainda é melhor que Carnaval nenhum. Comprei botas de cano longo amarelas especialmente pra essa noite. Queria que todo mundo que me visse na rua soubesse de pronto que eu era brasileira. Coloquei meu vestidinho preto indefectível e lá fui eu.
O calor que eu ainda guardo do Brasil me aqueceu naquela noite enquanto andava até o metro pisando firme com minhas botas amarelas. Nem fechei o casaco, queria sentir um pouco do vento nas pernas, já que pela primeira vez desde que cheguei estava usando vestido sem meia-calça.
Cheguei lá, encontrei as americanas que eu convidei pra irem comigo, pedi uma caipirinha (a mais cara da minha vida!!!! mas eu merecia, afinal, era sábado de Carnaval) e fui dançar. A música até que estava animada, mas o verdadeiro Carnaval começou quando a banda brasileira subiu ao palco.
O cavaquinho, a cuica chorando, a percussão eletrizante... os músicos usando camisas da Mangueira, de repente eu estava de volta ao Brasil. Não tinha noção de quanta falta eu sentia daquela energia contagiante que esse tipo de musica traz. "Explode coração, na maior, felicidade..."
Resolvi ficar bem pertinho do palco, não queria perder nenhum segundo daquela sensação. Quem me conhece sabe que Carnaval e eu fomos feitos um para o outro, por isso sambei como sempre e me senti feliz como nunca.
Diga espelho meu, se há na avenida alguém mais feliz que eu?... Certamente não havia, mesmo que a avenida fosse um club em NY, com o termômetro marcando 4 graus do lado de fora. Musica baiana, sambas do Rio, marchinhas....
A banda me aclamou rainha, requisitaram a minha presença no microfone quando voltaram a tocar depois de um intervalo e eu estava bebendo água, a pista se abriu pra eu passar. "Hoje eu vou sambar na pista, você vai de galeria, bate palma com vontade, faz de conta que é turista..."
Fui rainha do Carnaval - na Big Apple, mas fui. E não aceito que digam que a concorrência é pouca, porque pra mim simplesmente não importa. O samba saiu procurando por mim, e me encontrou aqui, numa pequena/grande ilha/maça no Hemisfério Norte, cercada de gringos em seu habitat natural. Gringa aqui sou eu! "Quem te viu, quem te vê..."
Estava eu lá, com minhas botas amarelas, sem ter a vergonha de ser feliz, sabendo que a vida podia ser bem melhor, e tentando de todo jeito que ela seja, mas tendo a certeza de que ela é bonita, nem que seja por apenas algumas horas, quando eu pude sentir de novo o coração pulsando no ritmo da bateria.
Voltei pra casa de metrô, cansada e feliz, e quando estava saindo do trem o condutor colocou a cabeça pra fora pra me dizer: "nice boots!"
Eu apenas sorri e disse - obrigada! - Talvez ele não tenha entendido, talvez sim, mas estava me sentindo tão bem por ser brasileira que deixei meu coração falar em português.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Minha cidade viva

Os flocos de neve eram tão grandes que pareciam bolinhas de isopor caindo do céu. Resolvi voltar logo pra casa; precisava me aquecer mais para poder cruzar a ponte do Brooklyn enquanto estava nevando. Pouco antes de colocar a chave na porta a neve parou. Achei que ia recomeçar, mas não aconteceu. Entendi então que a cidade estava fazendo a sua parte pra me recompensar. Esse era seu modo de me agradecer por ter resolvido sair de casa e pisar suas ruas, sentir seus cheiros, ouvir seus ruidos.
Ao menos naqueles que dão certo.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Mr. Wrong, Mr. Big, Mr. NY
“NY é como um caso de amor com Mr. Wrong – ele é imprevisível, instável, não é alguém que você possa apresentar a sua mãe, e possivelmente tem um custo-benefício desfavorável – mas é infinitamente mais atraente e excitante do que qualquer outro. Quem poderia deixar alguém assim?”
Pra relembrar Sex and the City, ouça o delicioso tema de abertura:
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Minha cidade viva
Ainda bem que depois do inverno vem a primavera. Aí a cidade deixa de ser tão severa. Vai ver é apenas um teste, como num relacionamento. A gente precisa passar pelos dias ruins pra ter certeza de que quer ficar com a outra pessoa, e quando os dias bons chegam, a gente tem certeza de que fez a escolha certa...
sábado, 3 de janeiro de 2009
Nova York em preto, branco e Etta James
Pra ter certeza de que Nova York é como um bom jazz: romântica, sexy, atemporal e inesquecível.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Gotta Know - Coisas que você precisa saber antes de viajar
A taxa que incide sobre todos os produtos em Nova York é de 8,375%. Essa taxa não recai sobre roupas e calçados que custem menos de U$110. Sobre estes, a taxa passa a ser de 4,375%. Atenção! Joias, relógios e demais acessórios pagam a taxa de 8,375%.
A taxa relativa a ocupaçao de hotéis é de 13,375% mais U$3,50 por quarto por cada noite.
Fumar ou nao fumar:
É proibido fumar em qualquer área pública de NY, incluindo bares, restaurantes, boates e estaçoes de metro.
Mas se voce estiver num bar e quiser sair pra fumar pode voltar sem problemas quantas vezes quiser.
Beber pode?
Só é permitido o consumo de bebidas alcoolicas dentro de bares e restaurantes. É proibido consumir bebidas na rua, sob pena de multa. Também é proibido servir bebidas alcoolicas depois das 4 da manha em qualquer lugar, por isso esse é o horário de fechamento da maioria dos bares e boates da cidade.
Gorgeta:
Em hotéis, o costume é dar de U$1 a U$2 para camareiras, carregadores de mala e demais funcionários.
De modo geral, todos os serviços são contemplados com gorgetas, como massagens, cortes de cabelo, ou alguém carregando suas malas no aeroporto. O valor é proporcional ao serviço prestado. Depende do seu bom senso.
A voltagem elétrica em NY é 110V
Dinheiro
1. Para qualquer tipo de informaçao sobre a cidade, basta ligar 311 ou 212-NEWYORK.
2. A Quinta Avenida divide Manhatan em East e West Side. Preste atençao na letra (E ou W) ao pegar um endereço.
3. Quando pedir uma localizaçao sempre pergunte em que quarteirão fica aquele número (ex: Sétima Avenida número 810, entre as ruas 52 e 53)
4. Em Manhattan, quaisquer 20 quarteiroes que se ande para sul ou norte equivalem a uma milha, ou 1,6 Km.
5. Se o numero sobre o táxi estiver iluminado, significa que o taxi está livre.
6. As gorgetas dadas a garçons, bartenders e motoristas de taxi ficam em torno de 15 a 20%. Basta multiplicar por dois aquela taxa de 8,375% que vem discriminada na nota para facilitar. A gorgeta pode ser dada direto no recibo do cartão, basta somar ao valor a quantia desejada onde diz "tip".
7. Metrocards funcionam tanto no metro como nos onibus, e as transferencias entre eles é gratuita. Podem ser usados também no path que vai de Manhattan a New Jersey.
8. A maioria dos parques públicos oferece conecçao wireless à internet. Bem como as cafeterias e redes de fast food.
9. Muitos estabelecimentos, como Diners e Farmácias, ficam abertos 24hs por dia.
10. O metro também funciona 24hs por dia, mas muitas linhas modificam seu funcionamento durante a madrugada. Observe sempre as placas internas para saber o que mudou.

